sábado, 19 de dezembro de 2015

REGISTRANDO..REGISTRANDO....REGISTRANDO...

Bem, registrando para a posteridade a hawaiianinha Carissa Moore, que esteve comentando no palanque do Pipe Masters, durante os confrontos que levaram nosso De Souza a vitória, se sagrou campeã na última etapa do World Tour feminino em Maui. Voce bem ligado já deve saber, afinal a menina tá surfando muito.
A menina confiscou, perdão levou o caneco de campeã para o Hawaii após a sua conterrânea, Coco Ho, desbancar a ianque, Courtney Conlogue, num heat de tirar o fôlego nas águas azuis de Honolua Bay em Maui. A shot ai do moment é de Cestari/WSL
Na continuação da competição Carissa, chegou até a grande final onde venceu a aussie, Sally Fitzgibbons que estava surfando muito e queria vencer a bagaça. Deu no que deu e Moore levou a grana e o grande Caneco d Campeã Mundial de Surf. Shot Cestari/WSL
Pronto tai a alegria e consagração de Miss Carissa Moore no pódiun do Target Maui Pro. Shot Poullenot/WSL Congrats Carissa!


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

MAUI - WOMENS IN ACTION

Bem, vamos ao que interessa se Sunset Beach acordou em Oahu, no final de semana que passou, numa outra ilha dentro do perímetro oceânico hawaiiano, Maui, a coisa também fumegou. O último evento do circuito mundial feminino o Target Maui Pro em Honolua beach, deu seu pontapé com as meninas na corrida para o titulo dando gáz nos sets de 6 a 8 pés cabulosos. Muitas novatas entraram na competição e deram sua contribuição ao power surf feminino.  Duas feras protagonizam a verdadeira disputa do caneco. Uma a hawaiiana, Carissa Moore, duas vezes já campeã. A outra a ianque que adora uma pressão, Courtney Conlogue, que está fazendo história nesta temporada. A primeira já está nas quartas de final, sossegada e bem focada, quanto a outra passou por um heat com a aussie, Nikki Van Dijc que lhe tirou um pouco de ar. Ela volta no próximo round o quarto onde pesca mais uma chance no embate com a hawaiiana Coco Ho. Se passar tá na disputa do famigerado caneco feminino.

Conlogue, que precisava vencer seu heat no Round 3 para empurrar a corrida pelo título para a próxima rodada, bateu na trave. Embora ela tenha levado a maioria da bateria, Nikki  jogou uma chave na corrida pelo título, ganhando um 8,67 e vencendo o heat no seu final. Os cenários são agora o seguinte:

Se Moore termina em 5º lugar em seguida, Conlogue deve ganhar o evento. Se Conlogue termina vice seria um laço no pescoço e um surf-off. Se Moore termina em terceiro nas semifinais, então Conlogue precisa vencer o evento também. Se Moore termina vice, ela vai ganhar o título mundial.

Façam suas apostas!

NOVATAS IN FIRE
A chamada para o wild card do evento se resumiu em um único heat para as meninas hawaiianas. Entre elas a irmã mais nova da Carissa Moore a Cayla que não logrou classificação mas chamou a atenção da galera. Uma que competiu em grande estilo e forma técnica foi a Dax McGill, uma goofy, de 17 anos e muito surf no pé que já encarou Sunset, com cara de Sunsetão com 6 a 8 pés.
Outra menina cabulosa, local de Maui, regular foot de 15 anos e muita disposição, conhecedora dos buracos e corais de Honolua é Summer Macedo. Ela entrou com disposição e proporcionou belos ataques nos sets da competição.
Uma outra que defendeu a bandeira aussie e mostrou power surf na bancada hawaiiana foi a regular foot, Keely Andrew. Ela está chegando para aumentar o team australiano no tour mundial. Prestem bem a atenção que muitos nomes novos estão despontando na cena da WSL. Falta sómente a nossa bandeira voltar a tremular firme e forte como há anos atrás. Shots, Carissa, Courtney, Dax, Summer e Keely todas de Poullenot/WSL

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

SUNSET A RAINHA E VANS NO HAWAII

A famosa corrida para o prêmio  da Coroa dos índios hawaiianos já iniciou com o evento que rolou em Haleiwa ( nome forte e bonito; eu tinha uma cachorra fêmea com esse name). E o brasuca, Toledo, o Filipe já tomou seu lugar, com Gabriel chegando junto. Tamus na torcida pelos índios Tupiniquim.  Enquanto isso a etapa da Vans na rainha Sunset Beach, continua em stand bay. Claro que com uma raça de surfers dos quatro cantos do planeta remando em suas lindas águas azuis.
Esse evento poderá ainda colar alguns bons nomes na próxima seleção da ASP, perdão WSL para  a temporada de 2016. E como de praxe os índios daqui (Brasil) estão tumultuando, surfando a veras nos outsides cabeludos das praias deles(os índios de lá) que como de praxe também, tão sempre estressados, zangados e olhando feio, para não dizer bufando. Bem o chão deve tremer em alguns dias na baia de Sunset, nossa torcida, puxando a sardinha para nosso lado (conforme nossos patricios, os portugas; que também querem uma parte dos dólares, pontos no ranking e da midia) é que os brasos da famosa STORM, ARREBENTEM GERAL!
O mar na arena e adjacências anda assim, (Foto) conforme relatos dos enviados por Deus e nossa Zone, Uma marolagem safada  e fortes ventos contrários. Mas como sabemos tirar leite de pedra, a moçada Brasil tem voado e mostrado seu valor. Na shot abaixo um deles, Jessé Mendes, que tem subido de produção conforme suas habilidades são convocadas. É isso! Aqui um aperitivo, na rede da Net, voce encontra mais e vai encontrar com mais detalhes críticos e técnicos ou não. Curta!
Shots da resenha: Masurel/WSL e Magazine Free Surf
O Hawaii é uma delicia e a Costa Norte, lugar onde os homens são homens e meninos são meninos. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

MENINAS NO ESTALEIRO

STEPH GILMORE

A supercampeã australiana, Stephanie Gilmore, que sofreu uma forte lesão em abril durante o Drug Womens Aware Pro em Margaret River, ficou forçada a pular fora de cinco eventos nesta temporada. Agora em outubro a loura entrou em ação no Roxy Pro francês e terminou em nono, no meio das boas ondinhas que rolaram em Hossegor. Acabou que a moça caiu de produção para uma requalificação em 2016. Ela vai terminar a temporada com o 12º lugar no ranking da Jeep Leardboard feminino. A nova noticia é que Gilmore não vai participar da última etapa, o evento de Maui em Honolua Bay, local onde ela apareceu confirmando sua desistência em entrevista a mesa de locução da WSL.  A novata aussie, Keely Andrew, já foi confirmada em seu lugar. Agora só resta a Steph, torcer para que a WSL acate seu pedido de WILD CARD para 016. 


KELIA MONIZ – CHINA NON

A menina hawaiiana que tem dois títulos de campeã mundial da WSL Longboard, Kelia Moniz, sofreu acidente nas Maldivas recentemente e vai se retirar da disputa do titulo nesta temporada. A simpática hawaiianinha de 22 anos, dona de um style super em cima dos pranchões, escorregou no deck do barco que estava nas Maldivas e se feriu no rosto. Segundo Kelia: "Um bando de nós estávamos pendurados no deck dos fundos, durante uma chuva torrencial e o deck era muito escorregadio, eu fiquei realmente sem sorte e cai direto batendo com o meu rosto". Depois de procurar atenção médica, Moniz recebeu a notícia de que não só surfar, mas também competindo no evento deste ano não seria uma boa opção.  "O osso em minha gengiva quebrou muito mal, por isso os médicos têm vindo a salientar-me que ficar longe de todos os esportes nos próximos dois meses é importante se eu quiser um sorriso normal de novo. Eles dizem que cerca de seis a oito semanas são necessárias para o meu osso curar corretamente embora meu lábio esteja quase totalmente curado, e como para os dentes, vai ser cerca de oito meses". Depois de fazer a final na China por quatro anos consecutivos, a decisão de perder o evento deste ano tem sido uma tarefa difícil para Kelia. "É uma verdadeira vergonha perder o evento deste ano. É sempre uma boa maneira de terminar o ano e também trazer o ano novo. Eu vou ficar colada no webcast. Eu acho que Riyue Bay na China é uma onda incrível para um evento de longboard e vou estar torcendo para as minhas irmãs havaiianas Geodee, Cristal, e Stacia. Eu não posso esperar para ver”. O Jeep ​​Campeonato Mundial de Longboard hospedados por Wanning será executado a partir de 05 a 12 dezembro. Assista ao vivo no site da Liga Mundial de Surf. Shoots Roxy e WSL.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

SUL - A CONSCIÊNCIA NEGRA NA COSTA DOCE

Numa certa quarta feira passada (dia 11) houve uma bela noite de muitos eventos em torno da consciência negra na cidade de Guaíba, e por sinal bem prestigiados. Um dos quais que está sendo bem comentado é o que aconteceu no interior da Biblioteca Darcy Azambuja. Uma noite memorável com música, palestra e debate. Tudo bem articulado, por pessoas que mostram estar por dentro da atual progressão brasileira, em diversas áreas e assuntos pertinentes a raça negra e oprimidos em geral. O músico, escritor, Elivelto Corrêa foi o palestrante e iniciou o evento bem entusiasmado.
 Na sequência dos bons debates proporcionados pela platéia, onde o professor Roberto Lessa ilustre músico da comunidade, dava sua contribuição histórica e sociológica, Elivelto fazia suas pontuações musicais de grande repercussão. Algumas professoras também presente em meio ao público, coloriram a noite sobre a raça negra com suas pontuações, bem colocadas.


Muita coisa foi discutida e debatida, ação esta que deve ser continuada e muita música foi ouvida, graças as participações do próprio professor Roberto, o músico Jackson Brasil e o guitarrista, Conrado Tejada. Claudia Mara, secretária de Turismo marcou  presença e agradeceu o público presente assim como o palestrante Elivelto e convidou a todos para prestigiarem os eventos na cidade.
 Segundo Elivelto: o evento foi um sucesso e ele adorou a palestra, pensando até que iria cantar mais do que palestrar, pois na verdade ele quer é chacoalhar essa luta centenária com sua contribuição. Os músicos presentes, Rafael Carneiro e Tiago Gonzales, foram unânimes em declarar que mais atividades assim deveriam ocorrer mais sistematicamente, para uma melhor educação sobre o racismo no Brasil.


O mentor da noite, Jose Renato Leão, agradeceu a todos os artistas, professores e público que estiveram presentes e comentou também que a Biblioteca está aberta para este tipo de evento e reafirmou o convite a comunidade, para visitarem mais o local e desfrutar de seu acervo cultural. A programação cultural do mês da Consciência Negra vai até o dia 28 próximo. Se informe e entre nessa, prestigie.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

SHARKS ON THE ROAD OF WSL

Acredito que muitos de voces já tenham visto, assistido, comentado, falado, compartilhado e ufa, raciocinado sobre essa GRAVE situação dentro do mar, ainda mais numa competição que hoje é sinônimo de progressão do esporte. Pois bem, foi real, aconteceu e chocou o planeta, ligado ou não no Esporte dos Reis. Aconteceu no domingo passado (dia 19) nas gélidas águas da Africa do sul, durante uma bateria final do circuito mundial de surf da WSL. O aussie, Mike Fanning, detentor de três titulos mundiais foi atacado: não por um, mas dois tubarões em Jeffreys Bay. O atleta no calor da adrenalina, teve a coragem de socar um dos voraz dos mares e sair nadando rápido; situação que poderia ter chamado mais ainda os Senhores do Oceano. 
Toda a cena do ataque dos tubarões foi transmitida ao vivo pelo worldsurfleague.com, de como o australiano lutou para se livrar dos dois animais, antes da equipe de segurança de água rapidamente chegar e tirar tanto Fanning, como Julian Wilson, do mar. Apesar dos momentos dramáticos vividos pelo australiano, ele conseguiu sair sem ferimentos do incrível incidente.
Segundo Mick, " Eu estava prestes a pegar uma onda, comecei a remar e, de repente, eu tive esse instinto de que algo estava atrás de mim. Eu comecei a ficar preocupado e, em seguida, a coisa veio, eu estava na minha prancha e foi ali mesmo. Eu vi a coisa toda se debatendo a minha volta, depois fui arrastado quando ele pegou a minha cordinha da perna. Eu tentei sair dali, mas ele ainda estava lá e eu ainda estava preso na minha prancha. Aí eu senti uns dois puxões fortes, em seguida, ele foi me arrastando e depois, finalmente, a cordinha quebrou e me soltei da prancha".
Agora segundo Julian: "O Mick (Fanning) estava olhando para dentro do pico e eu vi a coisa toda aparecer atrás dele", disse Julian Wilson. "Eu pude ver ele lutando, depois que já não estava em sua prancha, aí entrou uma onda, perdi ele de vista e pensei, 'ele se foi'. Eu senti que não podia chegar lá rápido o suficiente e fiquei assustado com o que poderia ter acontecido. O resultado da bateria não significa nada para mim, estou apenas muito feliz que ele está vivo. Eu literalmente pensei que quando eu estava remando para ele, que eu não ia chegar lá antes dos tubarões, especialmente quando o vi fora de sua prancha e nadando para longe. Eu pensei que estavam perseguindo ele e foi muito assustador. Eu estou muito feliz que nós dois estamos na praia agora, pois eu estava muito preocupado com a vida do Mick".
"Estamos muito gratos que ninguém ficou ferido gravemente hoje (domingo)", disse Kieren Perrow, Comissário da WSL.
Como a bateria final do J-Bay Open terminou sem vencedor, Mick Fanning e Julian Wilson ficaram com 8.000 pontos no ranking e dividiram os prêmios dos finalistas, com cada um recebendo 70 mil dólares. Quem vencesse a etapa sul-africana, assumiria a liderança do ranking, mas como ambos ficaram em segundo lugar o brasileiro Adriano de Souza permaneceu na frente.

Essa etapa transformou-se num marco dentro do surf competitivo profissional e algumas coisas deverão ser observadas e reelidas, sobre a segurança de atletas de alta performance em picos como Jbay e Margareth River, onde a incidência de aparecimento de Tubarões são certas. Segundo alguns atletas; novas diretrizes sobre segurança no mar deverão entrar em discussão para os próximos eventos. A WSL já soltou uma declaração a respeito dessa segurança. Mas nada de concreto ainda foi autorizado.
QUANTO AOS BRASUCAS NO EVENTO
Os quatro brasileiros que competiram no último dia do J-Bay Open não venceram nenhuma bateria. Wiggolly Dantas perdeu na primeira rodada do dia para Julian Wilson, que atingiu imbatíveis 18,67 de 20 possíveis logo neste segundo duelo do domingo. O australiano depois barrou Adriano de Souza nas quartas de final por 15,53 a 12,33. Na disputa seguinte, Gabriel Medina fez uma grande bateria contra Kelly Slater, que desta vez derrotou o atual campeão mundial por 18,10 a 17,23 pontos. E na última quarta de final, Mick Fanning também ultrapassou a barreira dos 18 pontos para vencer o catarinense Alejo Muniz por 18,17 a 9,00.
A próxima etapa é o Billabong Pro nos tubos fantásticos de Teahupoo, de 14 a 25 de agosto no Taiti, onde Gabriel Medina conquistou o título no ano passado. As fotos são de Kirstin e Cestari da WSL.


Por Castro com colaboração de João Carvalho

terça-feira, 7 de julho de 2015

NINE GUYS OF BRAZIL! NATIONAL GAME

Háháháhá essa Jbay que já está infestada de brasucas, seja competidor, seja free surf, seja journalista, seja admirador e local que vive na terra das direitas, nesse inicio de combate vai parecer mais um nacional brasileiro, com os meninos descendo o porrete, perdão; a prancha nas waves e se encontrando no homen a homen das baterias. Na shot acima, parte do pelotão do terror.
Prestem atenção, que a WSL tá só se adaptando aos índios tupiniquins, mas sempre com o total controle (full control in the hands). Mas q bosta diremos nós em alguns sets e é isso mesmo que os caras patrocinam, uma carnificina entre os brasos. Mas se Deus é brasileiro, muita coisa esses nove vão aprontar na terra de Madiba, Madiba. Bem, que isso fique registrado e constatado na mídia mundial. É o circo do surf que envia vibrações de além-mar direto do Cabo Oriental na África do sul. Enquanto isso, voce bem ligado e esperto deve estar por dentro que Alejo Muniz, o grande Champion de Ballito, tá dentro, o guerrero e good surfer, Tomas Hermes de Santa a Catarina também tá dentro, e junto a raça arromba quarteirão: De Souza, Medina, Jadson, Miguel, GuiGui e Italo, mais o Filipe. Prá inicio de conversa temos só duas no primeiro round com brasileiros juntos. Mas conforme o game avança, a coisa fica mais vibrante e angustiante para os brasos. Quanto aos outros contenders; aussies, ianques, hawaiianos e etc. eles se satisfazem em dropar solos a bela JBay e aguardar resultados dos rivais índios tupiniquins. Hô tchurma nervosa e inquieta essa no outside. Uma coisa é certa; dólares e pontos no ranking são sempre, muito apreciados, principalmente por nossos conterrâneos. Na atual conjuntura, minha torcida é total aos noves, mesmo sabendo que a coisa não está tão assim para nossa brasa. Vai Brasil! Na shot acima, o cool Tomas Hermes que reforça o team. Colegas de plantão chegou a vossa hora, good job.